Revolução Francesa:
* “A Marselhesa” foi composta no período de guerra
entre a França e as outras monarquias europeias. Considerando-se suas distintas
apropriações, muitas passagens da composição relacionam-se ao contexto
revolucionário francês, por exemplo (o candidato deve relacionar apenas um
trecho da composição ao contexto):
- “Avante filhos da Pátria” ou ainda “Às armas,
cidadãos”: nestas passagens, a conclamação à guerra se sustenta no sentimento
nacional (daí a referência a filhos da pátria e cidadãos), emergente durante a
era revolucionária.
- “Que um sangue impuro/banhe o nosso solo”: nesta
passagem, a alusão à sangue impuro (do invasor) é uma metáfora da ambiência da
guerra. A composição explicita a presença dos inimigos (da revolução e/ou da
mudança) e a ameaça à pátria.
- “Contra nós da tirania”: nesta passagem,
encontra-se a exposição do princípio da Revolução: a luta contra a tirania,
identificada no privilégio aristocrático e representada, sobretudo, pela figura
do Rei.
* No final
do século XIX, há uma mudança importante em relação à ideia de nacionalismo,
definida pelo contexto de competição entre os estados nacionais europeus. Para
explicar a mudança, é importante salientar que, no período jacobino, o
nacionalismo francês era uma expressão revolucionária e inclusiva, ou seja, ser
cidadão francês significava, mais do que simplesmente nascer em território
francês, defender os princípios da Revolução, alicerçados na Declaração dos
Direitos do Homem e do Cidadão. Entretanto, a partir da corrida imperialista, o
sentimento nacional passou a estar associado a viver em um território definido
(ter uma nação), a ter uma língua e uma cultura (francesa, alemã, italiana,
assim por diante), a possuir colônias e a se sentir parte integrante do projeto
civilizacional europeu. Em virtude disso, cada vez mais, o nacionalismo
conclamaria à defesa da nação, à posse de territórios coloniais e à guerra.
Assim, a apropriação de “A Marselhesa” é bem-vinda, na medida em que o hino,
elaborado em um contexto de invasão (a França lutava contra os regimes
monárquicos da Europa, em 1792), exortava o sentimento nacional e qualificava a
guerra como heroica e gloriosa.
Mesopotâmia:
O "Código de Hamurábi" foi um conjunto de
leis tradicionais supostamente reunidas pelo rei babilônico de mesmo nome. Ao
contrário da lei romana, base do Direito moderno, partia da suposição da culpa
do acusado, que deveria provar sua inocência. Sua estrutura baseava-se na Lei
de Talião: olho por olho, dente por dente. A punição deveria ser equivalente ao
crime cometido.
Egito:
No Egito
Antigo, o domínio da escrita era privilégio de poucos e estes colocavam-se a
serviço do Estado encarregados da
organização da produção, da
arrecadação, da estrutura religiosa e dos registros da historiografia oficial.
Nas
sociedades contemporâneas, os analfabetos funcionais, em razão das dificuldades
na intrpretação e entendimento das
informações escritas, têm por conseguinte, dificuldades na articulação
de conhecimentos que lhes tornem possível participar de forma consciente e
verdadeiramente crítica na vida econômica, social e política. Assim sendo,
alheios, em muitos casos, à consiência da própria existência e da condição de
cidadania, tornam-se marginalizados e alvos da exploração inescrupulosa.
Egito e Mosopotâmia:
*As civilizações egípcia e mesopotâmica
constituíram-se como sociedades do modo de produção asiático, característico das
civilizações designadas como impérios de regadio ou sociedades hidráulicas. A
produção baseava-se na servidão coletiva e na propriedade das terras pelo
Estado.
A monarquia teocrática era
a forma de governo predominante nas duas civilizações.
Estados Unidos e sua Independência:
* A
formação veio a partir da ocupação, do minifúndio, do trabalho livre e do
mercado interno.
* A ocupação
possibilitou uma estrutura inversa. Primeiro a comunidade surgiu, após o regime
organizacional.
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