quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Revisão 3° ano prova dia 21 de Fevereiro de 2014

Revolução Francesa:

*  “A Marselhesa” foi composta no período de guerra entre a França e as outras monarquias europeias. Considerando-se suas distintas apropriações, muitas passagens da composição relacionam-se ao contexto revolucionário francês, por exemplo (o candidato deve relacionar apenas um trecho da composição ao contexto):
- “Avante filhos da Pátria” ou ainda “Às armas, cidadãos”: nestas passagens, a conclamação à guerra se sustenta no sentimento nacional (daí a referência a filhos da pátria e cidadãos), emergente durante a era revolucionária.
- “Que um sangue impuro/banhe o nosso solo”: nesta passagem, a alusão à sangue impuro (do invasor) é uma metáfora da ambiência da guerra. A composição explicita a presença dos inimigos (da revolução e/ou da mudança) e a ameaça à pátria.
- “Contra nós da tirania”: nesta passagem, encontra-se a exposição do princípio da Revolução: a luta contra a tirania, identificada no privilégio aristocrático e representada, sobretudo, pela figura do Rei.

* No final do século XIX, há uma mudança importante em relação à ideia de nacionalismo, definida pelo contexto de competição entre os estados nacionais europeus. Para explicar a mudança, é importante salientar que, no período jacobino, o nacionalismo francês era uma expressão revolucionária e inclusiva, ou seja, ser cidadão francês significava, mais do que simplesmente nascer em território francês, defender os princípios da Revolução, alicerçados na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Entretanto, a partir da corrida imperialista, o sentimento nacional passou a estar associado a viver em um território definido (ter uma nação), a ter uma língua e uma cultura (francesa, alemã, italiana, assim por diante), a possuir colônias e a se sentir parte integrante do projeto civilizacional europeu. Em virtude disso, cada vez mais, o nacionalismo conclamaria à defesa da nação, à posse de territórios coloniais e à guerra. Assim, a apropriação de “A Marselhesa” é bem-vinda, na medida em que o hino, elaborado em um contexto de invasão (a França lutava contra os regimes monárquicos da Europa, em 1792), exortava o sentimento nacional e qualificava a guerra como heroica e gloriosa.  

Mesopotâmia:

 O "Código de Hamurábi" foi um conjunto de leis tradicionais supostamente reunidas pelo rei babilônico de mesmo nome. Ao contrário da lei romana, base do Direito moderno, partia da suposição da culpa do acusado, que deveria provar sua inocência. Sua estrutura baseava-se na Lei de Talião: olho por olho, dente por dente. A punição deveria ser equivalente ao crime cometido.  


Egito:

 No Egito Antigo, o domínio da escrita era privilégio de poucos e estes colocavam-se a serviço do Estado encarregados da  organização da  produção, da arrecadação, da estrutura religiosa e dos registros da historiografia oficial.

Nas sociedades contemporâneas, os analfabetos funcionais, em razão das dificuldades na intrpretação e entendimento das  informações escritas, têm por conseguinte, dificuldades na articulação de conhecimentos que lhes tornem possível participar de forma consciente e verdadeiramente crítica na vida econômica, social e política. Assim sendo, alheios, em muitos casos, à consiência da própria existência e da condição de cidadania, tornam-se marginalizados e alvos da exploração inescrupulosa.  

Egito e Mosopotâmia:

*As civilizações egípcia e mesopotâmica constituíram-se como sociedades do modo de produção asiático, característico das civilizações designadas como impérios de regadio ou sociedades hidráulicas. A produção baseava-se na servidão coletiva e na propriedade das terras pelo Estado.

A monarquia teocrática era a forma de governo predominante nas duas civilizações.

Estados Unidos e sua Independência:
 
* A formação veio a partir da ocupação, do minifúndio, do trabalho livre e do mercado interno.

* A ocupação possibilitou uma estrutura inversa. Primeiro a comunidade surgiu, após o regime organizacional.  


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