O neocolonismo (século XIX) foi a divisão dos continentes africano pelas potências europeias após a II Revolução Industrial. A Conferência de Berlim (1884-5) definiu critérios para os europeus dominarem o interior do continente africano, sem levar em consideração qualquer realidade existente.
Em 1869, interesses econômicos europeus levaram à abertura do Canal de Suez. Os domínios ingleses incluíam Nigéria, Rodésia e Sudão.
A política na Europa, no século XIX, foi levada à África e à Ásia por meio da construção de um slogan chamado “O Fardo do Homem Branco”, que tinha como propósito destacar as nações desenvolvidas das nações subdesenvolvidas. Dessa maneira, o “branqueamento” da população se tornaria mais evidente.
No início da década de 1940, depois de conquistar importantes pontos estratégicos no Extremo Oriente, o imperialismo japonês entrou em choque com interesses estadunidenses no Pacífico, na região do Havaí.
A alternativa correta da questão já define com precisão a colonização da Índia pelos britânicos como pertencente ao contexto do imperialismo do século XIX e suas motivações.
A questão caracteriza-se mais como uma interpretação de texto e remete às teorias racistas desenvolvidas no século XIX conhecidas como Darwinismo Social, cuja finalidade era tentar explicar a pobreza pós-revolução industrial, sugerindo que os que estavam pobres eram os menos aptos (segundo a teoria de Darwin) e os mais ricos que evoluíram economicamente seriam os mais aptos a sobreviver por isso os mais evoluídos. As potências europeias também usaram o Darwinismo Social como justificativa para o Imperialismo europeu.
A Segunda Revolução Industrial, ocorrida na segunda metade do século XIX, caracterizou-se pelo advento da eletricidade e do petróleo como fontes de energia e do aço na confecção de máquinas e produtos. Essas inovações tecnológicas empregadas no processo produtivo, promoveram um aumento espetacular da produção e geraram demandas por fontes de matérias-primas e mercados, motivando disputas entre as potências industriais, que resultaram na eclosão da Primeira Guerra Mundial no início do século XX.
O imperialismo do século XIX (neocolonialismo) caracterizou-se, sobretudo pelas intervenções das potências europeias sobre territórios africanos e asiáticos. Nessa mesma época o Japão passava por um acelerado processo de modernização e industrialização e por isso, também desejoso de áreas fornecedoras de matérias-primas e mercados consumidores, passou a ocupar territórios vizinhos como foi o caso da Coréia e posteriormente a Manchúria (China).
O “darwinismo social” foi o elemento cultural ideológico, que justificou a colonização europeia na África e Ásia na segunda metade do século XIX. Governantes, empresários e a população em geral utilizaram um discurso de aparência científica, apoiado nas ideias de Darwin de evolução das espécies e criaram o argumento de que os povos da África, sozinhos, não se desenvolveriam, necessitando, portanto da ajuda de nações já desenvolvidas.
Um grande abraço pra galera do QC e todos os "malas"!!!!!!!!!!!!!!!!!
Até a prova queridos!!!!!!!!!!!
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Revisão do 2° Ano Liceu Vila Velha
O Socialismo é, prioritariamente, um movimento de defesa do proletariado (trabalhador). Segundo Karl Marx, seu criador, apenas quando o proletariado percebesse sua situação injusta no mundo ele poderia lutar – através da “revolução do proletariado” – para modificar o mundo a seu favor. O estágio final dessa modificação seria a adoção do socialismo como regime político. Daí, a partir do texto, a afirmação de que Jorge Amado era socialista.
Na metade do século XIX, Marx lançou a obra “O Manifesto Comunista” na qual desenvolveu a ideia de que “a história da humanidade é a História da luta de classes”, ou seja, existem duas classes sociais antagônicas e um processo de exploração de uma pela outra. No século XIX, a burguesia controlava o Estado e promovia grande acumulação de capitais à custa da exploração da classe operária.
O Marxismo ou materialismo histórico compreende a história da humanidade como a história da luta de classes, definidas pela propriedade dos meios de produção e pela exploração de uma classe sobre a outra. Baseia-se numa análise das condições materiais das sociedades humanas como determinantes para a compreensão de suas formas políticas e religiosas.
A teoria anarquista se desenvolveu no século XIX, em ruptura com o marxismo (socialismo científico). Os anarquistas se consideravam comunistas, defendiam uma sociedade igualitária, porém, negavam a necessidade de um partido político para comandar a revolução e um novo Estado. Os anarquistas defendiam a supressão do Estado e a “autogestão” das sociedades.
Na teoria marxista, o materialismo histórico pretende a explicação da história das sociedades humanas, em todas as épocas, através dos fatos materiais, essencialmente econômicos e técnicos. A infraestrutura compõe a base da sociedade e é, segundo Marx, composta pelo modo de produção material vigente na sociedade. E é, pois, a base econômica e tecnológica, formado por tudo aquilo que permite a produção (máquinas, ferramentas, forças produtivas, terra, matéria prima etc.). A superestrutura seria representada pelas ideias, costumes, instituições políticas, religiosas, jurídicas etc.
Devemos salientar que, ainda segundo Marx, as transformaçoes na infraestrutura constitui o fator determinante da organização política e das representações intelectuais, ou seja, da superestrututa de dada época.
O anarquismo é uma teoria de origem socialista, que pressupõe a divisão da sociedade em classes sociais antagônicas e nega as paixões nacionalistas. Para o autor, mesmo no esporte existem os interesses de classe e os jovens esportistas proletários devem perceber os interesses da burguesia em atraí-los e iludi-los através do futebol; portanto, devem participar efetivamente dos clubes proletários, fiéis à sua classe social.
A resposta exige a interpretação correta do trecho escolhido e a associação com o pensamento marxista, segundo o qual a compreensão das circunstâncias transmitidas pelo passado é fundamental para a sua transformação através de uma ação revolucionária.
A Revolução Industrial foi responsável por novas formas de exploração dos trabalhadores, daí a necessidade de organização da nova classe que se formou. No entanto, vale à pena destacar que o autor, reconhecido historiador de formação marxista, pressupõe a mobilização permanente da classe operária não para mudar o capitalismo, mas para destruí-lo.
Socialismo refere-se a qualquer uma das várias teorias de organização econômica que estabelece a propriedade e a administração coletiva dos meios de produção e distribuição dos bens e de uma sociedade caracterizada pela igualdade de oportunidade e meios para todos os indivíduos.
O socialismo moderno surgiu no final do século XVIII tendo origem na classe intelectual e nos movimentos políticos da classe trabalhadora que criticavam os efeitos da industrialização e da propriedade privada sobre a sociedade. Karl Marx afirmava que o socialismo seria alcançado através da luta de classes e de uma revolução do proletariado, tornando-se a fase de transição do capitalismo para o comunismo, entendido como a plenitude da sociedade igualitária.
Galerinha Boa Prova e até dia 02/01/2014!!!!!!!!!!!!
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