terça-feira, 11 de março de 2014

Revisão 3° ano - 11 - 03 - 2014

Comentário das questões da prova do dia 12/03/2014


  • A fase do Diretório iniciou-se com a derrubada do governo de Robespierre e a execução de diversos líderes populares. Essa fase é muitas vezes compreendida como “contra revolução burguesa”, momento em que os projetos populares perdem espaço e o país passa a ser comandado pela burguesia. A Conspiração dos Iguais foi a principal manifestação contra o projeto burguês que se implementava.


  • O Código de Hamurabi é atualmente considerado não somente uma coleção de leis que deveriam ser aplicadas universalmente nos domínios do rei, como também como uma composição literária que visava enaltecer o seu poder e suas qualidades como justo e promotor da ordem. Servia como um paradigma, como exemplo do que leva a ser justo e a justiça no reino de Hamurabi. Tendo como centro o enaltecimento da pessoa sagrada do monarca, seu sentido é ir ao encontro da justificação do poder do rei. Portanto, conceitos como o de “cidadão”, “ordem constitucional” e “igualdade jurídica” são completamente estranhos àquele tipo de sociedade.

domingo, 9 de março de 2014

Revisão 1° ano Salomé Bastos - 2014 - 1° Bimestre

A presença do Rio Nilo. É celebre a frase do historiador grego Heródoto, “O Egito é uma dádiva do Nilo”, que procura sintetizar a importância do rio para a produção na região. O processo de cheias e vazantes bastante regular garantia a fertilização da terra e água em abundância para as comunidades camponesas.

Um dos fundamentos da religiosidade egípcia era a crença na vida após a morte. Por isso, havia uma grande preocupação com os rituais de passagem e com a próxima vida. Nos túmulos eram representadas cenas do cotidiano e colocados objetos pessoais que parte da preparação para a vida eterna.  

 O "Código de Hamurábi" foi um conjunto de leis tradicionais supostamente reunidas pelo rei babilônico de mesmo nome. Ao contrário da lei romana, base do Direito moderno, partia da suposição da culpa do acusado, que deveria provar sua inocência. Sua estrutura baseava-se na Lei de Talião: olho por olho, dente por dente. A punição deveria ser equivalente ao crime cometido.  

No Egito Antigo, o domínio da escrita era privilégio de poucos e estes colocavam-se a serviço do Estado encarregados da  organização da  produção, da arrecadação, da estrutura religiosa e dos registros da historiografia oficial.
Nas sociedades contemporâneas, os analfabetos funcionais, em razão das dificuldades na intrpretação e entendimento das  informações escritas, têm por conseguinte, dificuldades na articulação de conhecimentos que lhes tornem possível participar de forma consciente e verdadeiramente crítica na vida econômica, social e política. Assim sendo, alheios, em muitos casos, à consiência da própria existência e da condição de cidadania, tornam-se marginalizados e alvos da exploração inescrupulosa.  

Nos impérios da Mesopotâmia e do Egito, o Estado era detentor dos meios de produção, em particular das terras, que eram utilizados pelas comunidades a ele submissas, em regime de Servidão Coletiva.
Os rios favoreciam a prática da agricultura em larga escala, pois o regime das cheias  proprocionava a fertilização das terras às margens e as águas eram usadas para irrigação.

Pode-se apontar como grandes mudanças na agricultura moderna a utilização de defensivos químicos sintetizados (agrotóxicos), a utilização  de sementes geneticamente modificadas e a mecanização da produção.  

Agricultura, artesanato e comércio.

Comparando as atividades e técnicas  no Antigo Egito e no Brasil atual, podemos destacar como:
Mudanças:
- O uso da terra na agricultura egípcia baseado na servidão coletiva e no Brasil em moldes capitalistas.
- O comércio baseado nas trocas no Antigo Egito e comércio de base monetária no Brasil.
Permanências:
- O uso do arado com tração animal ainda persiste em muitas regiôes do Brasil, apesar da modernização nas técnicas agrícolas.
- O comércio por meio fluvial através do rio Nilo no Antigo Egito é muito comum na Amazônia brasileira.  

As civilizações que ocuparam a antiga Mesopotâmia eram organizadas em termos sociais em sociedades estamentais e politicamente, em monarquias teocráticas.

Trata-se do primeiro código de leis escritas da História, atribuído ao rei babilônico Hamurábi.
Baseava-se no princípio do "olho por olho, dente por dente", a chamada "Lei do Talião".   

Nos dois casos, a escravidão distingue-se das outras relações de trabalho pelo fato de um escravo ser uma mercadoria, através da qual o proprietário poderia acumular riqueza através da comercialização.
Nas atividades menos extenuantes como as atividades domésticas ou burocráticas, os escravos desfrutavam de uma melhor condição de existência.  

Na Antiguidade, a escrita foi um dos fatores que permitiu organizar a estrutura burocrática do Estado. Por meio dela, foi possível ter controle sobre as propriedades e os benefícios gerados pelos trabalhadores de uma sociedade rigorosamente hierarquizada.

O Estado se constituiu numa forma complexa de organização social, que empreendeu junto a rios grandes obras de irrigação, aumentando as áreas agricultáveis. Favoreceu ainda o comércio, regulamentando-o e, por ação militar, garantindo a sua segurança.  

No rio Nilo, os egípcios encontravam tudo que precisavam para sua sobrevivência, terras férteis, alimentos, meio de transporte e comércio, papiro para o papel etc.  

Porque ele era considerado como uma divindade, pois era encarnação do deus sol, tendo poder divino.  

Para terminar com esta revisão... Beijinho no ombro pro "recalque" passar longe!!!!