terça-feira, 15 de setembro de 2015

REVISÃO PARCIAL 3° BIMESTRE SALOMÉ BASTOS

CRUZADAS:
Um objetivo ECONÔMICO: reestabelecer rotas de comércio com a Ásia;
Um objetivo POLÍTICO: recuperar o domínio da cidade de Jerusalém, então sob domínio muçulmano.
O grupo social que liderou esse movimento foi o dos SENHORES FEUDAIS. O cronista afirma que Deus estava ao lado dos cruzadistas, uma vez que os muçulmanos blasfemaram contra Ele e violaram Sua cidade sagrada (Jerusalém).  

O texto do historiador Georges Duby remete a Baixa Idade Média, séculos XII ao XV, quando a Europa estava sob a égide do Renascimento Comercial e Urbano caracterizado pela crise do sistema feudal e pelo surgimento de cidades, bancos, universidades, catedrais em estilo gótico, maior uso de moedas, economia mais urbana, dinâmica e monetária e o surgimento da burguesia. Surgiram cidades e no seu interior eram construídas as catedrais com apoio das Corporações de Ofício que consistiam em uma associação de artesãos. Estes monumentos religiosos eram a casa do povo, um local sagrado para as orações para Deus e Santos, celebração das festas católicas, reuniões das diversas confrarias que surgiram neste contexto.  

Durante a Baixa Idade Média se constituíram as monarquias na Europa, muitas vezes denominadas de monarquias nacionais. Um dos momentos mais importantes dessa formação, na Inglaterra, foi a elaboração da Magna Carta, no século XIII, quando o rei João, sem terra, pressionado por nobres e membros do alto clero, outorgou o documento que garantia direitos e liberdades, que representava a limitação do poder real. Nesse momento, a burguesia é uma classe nascente, pouco numerosa e ainda pouco importante, mas que tem assegurado o direito ao livre comércio no Reino, com algumas garantias legais.  


A vassalagem era a submissão de um indivíduo denominado vassalo a um senhor ou suserano, jurando-lhe fidelidade e trabalho em troca de proteção e um lugar no sistema de produção. As redes de vassalagem estendiam-se por várias regiões, sendo o rei o suserano mais poderoso. Tinha por base a concessão de um feudo, feita pelo suserano ao vassalo e implicava em fidelidade, lealdade e reciprocidade entre ambos.


Servidão feudal, consistia na relação de dependência entre o camponês (servo) preso às terras de um feudo e o senhor feudal. O primeiro devia ao segundo obrigações, pagas com parte da produção (talha) e trabalho (corveia), entre outras. Em contrapartida, o senhor devia proteção ao servo e à família dele.  

Colombo pretendia obter recursos para organizar uma nova Cruzada, evidenciado a finalidades religiosas no seu ímpeto para as suas viagens.


Expedições militares organizadas pelos cristãos da Europa Ocidental contra os mulçumanos do Oriente Próximo, considerados infiéis, sob o pretexto da reconquista de Jerusalém, a Terra Santa para a Cristandade.  

O estilo gótico, estilo arquitetónico que se desenvolveu entre os séculos XII e XV, na Idade Média, caracterizado pela leveza estrutural na iluminação das naves do interior do edifício,  em contraposição à massividade e à deficiente iluminação interior das igrejas românicas, pela assimetria de algumas catedrais, pela ulitização de rosáceas e do arco ogival.nos portais e vitrais. Desenvolveu-se fundamentalmente na arquitetura eclesiástica (catedrais, monastérios e igrejas).


Durante a Idade Média, a Igreja Católica influenciava o modo de pensar, a educação e as formas de comportamento. Também tinha grande poder econômico, pois possuía consideráveis extensões de terras. Em decorrência desses poderes, exercia também o poder político, verificado na submissão de reis e nobres à autoridade do Papa.  

Aspectos comuns:

- Os vínculos entre a área urbana e seu entorno rural;
- O fato de as cidades constituírem centros de trocas comerciais, salvo algumas exceções, como no caso de Esparta;
- O fato de algumas comunas medievais apresentarem autonomia política como a verificada nas poleis grega.

Aspectos específicos de cada uma delas:
- A cidade grega antiga apresentava-se de forma mais dispersa e possuía um caráter mais urbanístico. Já a cidade medieval caracterizava-se pela aglomeração de edifícios que, em muitos casos, eram local de moradia e trabalho.  Além disso, seu espaço era delimitado por muralhas.
- Quanto às estruturas sociais, na cidade antiga predominava o poder de uma aristocracia vinculada à terra. Na cidade medieval, devido ao desenvolvimento do comércio (simultâneo ao das cidades), setores vinculados às atividades mercantis detinham o poder político e a disseminavam novos valores, com ênfase na liberdade, em contraposição aos valores calcados na submissão e dependência, típicos da sociedade feudal.  

A servidão feudal, caracterizada pelo vínculo dos camponeses à terra, teve origem no colonato surgido durante o Baixo Império Romano.


As relações de suserania e vassalagem entre os nobres feudais, têm suas origens no "comitatus", tradição germânica de alianças militares que estabeleciam laços de fidelidade entre os chefes tribais e seus guerreiros.  

Nos séculos XIV e XV, a Europa medieval foi atingida por sérias crises políticas, econômicas e sociais, dentre as quais se destacam a peste negra, a crise agrícola e as revoltas camponesas, que findaram por levar a um lento declínio do feudalismo, que era o modelo social, político e econômico que organizava a sociedade da época, abrindo caminho para um novo modelo de sociedade que irá se organizar ao longo a Idade Moderna. O feudalismo, ou modelo feudal, tinha como características principais: a descentralização política, as relações de suserania e vassalagem, uma intensa hierarquização social, a servidão, a economia baseada na agricultura, o feudo como unidade básica da economia e a hegemonia do pensamento católico.  


Na Europa Medieval, o trabalho manual na era exercido, sobretudo, pelos camponeses submetidos, em sua maioria, à condição de servos.

A Igreja determinava os papéis sociais e se utilizava de preceitos bíblicos como, "vais comer o fruto do vosso suor", para justificar o  trabalho manual como destinado à "terceira ordem" por determinação divina.

Pode-se mencionar que em decorrência do Renascimento Comercial e Urbano no final da Idade Média, o trabalho artesanal ganhou impulso e sua valorização pode ser verificada com o surgimento das Corporações de Ofício, das quais participavam  mestres, oficiais e aprendizes ligados à produção artesanal. Tais corporações, visavam o controle da produção e seu comércio nas localidades onde se estabeleciam.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

REVISÃO DO 1° ANO

  • Para ser considerado cidadão em Atenas era preciso ser homem, ter mais de 21 anos e ser ateniense nato.
  •  Os metecos tinham o dever ou a obrigação de obedecer à legislação ateniense e tinham o direito de exercer atividades comerciais.  
  •  Otávio Augusto promoveu o que chamamos de Pax Romana durante seu governo em Roma. Na tentativa de reurbanizar Roma, que era um grande domínio, mas ainda carecia de uma melhor organização urbana (suas ruas eram estreitas e sujas, havia vários cortiços e prédios construídos com tijolo), Otávio promoveu uma grande reforma urbana para embelezar e engrandecer a cidade. A substituição do material utilizado nas construções (tijolo por mármore) simboliza a superação dos problemas enfrentados por Roma no final da República. A transformação da cidade indica o poder centralizador de Otávio. 
  • Otávio manteve a estrutura de poder da República (Senado), mas com poder meramente simbólico, centralizando a política em torno de si;
  • Otávio criou a divisão censitária na cidade, relacionando posição social e participação política com a renda dos romanos.  
  • O modelo aristocrático, que antecedeu a democracia na Grécia antiga, estava baseado em privilégios de origem familiar, no qual somente os nascidos “eupátridas” possuíam efetivamente direitos políticos, tanto na ocupação de cargos públicos, como no processo de escolha; além de manter a terra como seu privilégio exclusivo. A Democracia ampliou a participação, garantida a todos independentemente da origem, porém que excluía as mulheres e preservava a escravidão.
  • O direito de voto na Grécia antiga foi garantido apenas aos homens, maiores de idade, que fossem livres (a escravidão foi preservada), nascidos em Atenas com o pai ateniense. Nas democracias ocidentais contemporâneas o direito foi estendido às mulheres, porém na maioria dos casos, ainda existe limite de idade e restrição aos estrangeiros.  
  • Para assegurar a manutenção dos privilégios das elites patrícias, através de filhos legítimos de cidadãos romanos, garantindo-lhes o poder político e marginalizando outros grupos.
  • Escravos, libertos, estrangeiros, mulheres, crianças, plebeus em alguns períodos.  
  • Aproximadamente entre 753 a.C. e 450 a.C., as leis romanas eram transmitidas oralmente e dependiam da interpretação de juízes patrícios, o que causava algumas distorções quando o conflito envolvia patrícios e plebeus. Em 454 a.C., os plebeus precipitaram uma revolta em defesa de seus direitos, exigindo que as leis fossem escritas, sendo posteriormente concretizadas na Lei das Doze Tábuas. A relação entre esse código e a vida pública romana assenta-se no fato de que o Direito Romano nasceu do costume, não se afastando do que se conhece como lei consuetudinária e do princípio de justiça popular (tal como apontado no fragmento, aquele que matou alguém por ter cometido um furto não seria punido).
  • É importante lembrar que as Leis das Doze Tábuas fazem parte de uma série de conquistas dos plebeus, adquiridas por meio das “lutas entre classes”, que ocorreram durante a República Romana. Podemos destacar a Lei Licínia, a qual acabou com a escravidão por dívida e garantiu igualdade política. Pode-se destacar também a lei que garantia aos plebeus sua representação no senado O Tribuno da Plebe.
  • A leitura do fragmento da Lei das Doze Tábuas indica que a testemunha tem papel central no procedimento jurídico romano, ela deve ser invocada por aquele que acusa, que tem o dever de comprovar a sua acusação. Além da testemunha, a prova fundamenta a punição, como demonstram os artigos sobre o flagrante e sobre o encontro do objeto furtado na casa de alguém.  
  • Os principais motivos de disputa entre patrícios e plebeus, eram:
- Econômico-sociais, pois a plebe geralmente não possuía terras, trabalhando na cidade - no comércio ou em trabalhos manuais, como mão de obra (mas somente uma minoria dos plebeus conseguiu enriquecer com o grande comércio). Na área rural, a plebe era composta por camponeses livres jornaleiros ou pequenos proprietários de terra na agricultura de subsistência. Nas guerras, recebiam quantias ínfimas dos espólios; as terras conquistadas iam quase todas para os patrícios.
 - Políticos, devido a estrutura da república romana, baseada no censo (ligado à riqueza agrícola), os patrícios tinham um poder de voto maior e também direitos maiores; podiam também ser eleitos para todos os cargos, diferentemente dos plebeus.
  • A situação melhorou gradualmente após séculos de lutas em que os plebeus utilizaram como forma de protesto a secessão (afastamento temporário da cidade de Roma), conseguindo, no final do século III, um maior equilíbrio no poder político, chegando a poder ocupar todos os maiores cargos jurídicos e políticos (embora o senado permanecesse sobretudo nas mãos dos patrícios). As várias tentativas de solucionar o problema da redistribuição da terra pública para os plebeus com uma ampla reforma agrária (como as dos Gracos) fracassaram. Essa questão só foi solucionada, parcialmente, pela chegada ao poder do plebeu Mário, que no final do século II permitiu o alistamento militar à maioria da plebe, os proletários, que receberiam um salário e participação consistente no espólio das novas terras conquistadas, criando os pressupostos para que aumentasse o poder político dos líderes militares em Roma - graças ao apoio popular de seus soldados - e associando cada vez mais a reforma agrária ao processo de expansão territorial às custas dos povos conquistados.  
  • Democracia.

- A exclusão de homens até 18 anos, mulheres, metecos e escravos do conceito de cidadão.
- O caráter participativo dos cidadãos nas reuniões na Ágora, o mecanismo do ostracismo ou da mistoforia. A participação de Clístenes ou Péricles na organização e no desenvolvimento do regime.
- O funcionamento da Eclésia ou Boule, a importância da oratória ou o papel dos demagogos.  


Pessoal Beijão em todos e ÓTIMA PROVA!!!!

domingo, 22 de março de 2015

Revisão 1° Ano Salomé Bastos 2015 (Parcial 1° Bimestre)

Ø  A presença do Rio Nilo. É celebre a frase do historiador grego Heródoto, “O Egito é uma dádiva do Nilo”, que procura sintetizar a importância do rio para a produção na região. O processo de cheias e vazantes bastante regular garantia a fertilização da terra e água em abundância para as comunidades camponesas.

Ø  Um dos fundamentos da religiosidade egípcia era a crença na vida após a morte. Por isso, havia uma grande preocupação com os rituais de passagem e com a próxima vida. Nos túmulos eram representadas cenas do cotidiano e colocados objetos pessoais que parte da preparação para a vida eterna.  

Ø  O "Código de Hamurábi" foi um conjunto de leis tradicionais supostamente reunidas pelo rei babilônico de mesmo nome. Ao contrário da lei romana, base do Direito moderno, partia da suposição da culpa do acusado, que deveria provar sua inocência. Sua estrutura baseava-se na Lei de Talião: olho por olho, dente por dente. A punição deveria ser equivalente ao crime cometido.  

Ø  O povo iraniano descende dos antigos persas, que estabeleceram no planalto iraniano, no período compreendido entre os séculos VI a.C e IV a.C, um poderoso império. No final do século V a.C, o Império Persa dominou as colônias gregas na Ásia Menor e tentou conquistar a Grécia Continental, dando origem a um longo conflito que ficou conhecido como Guerras Médicas ou Guerras Persas. Uma das batalhas mais famosas deste conflito foi a "Batalha das Termópilas" (retratada no filme 300 de Esparta), na qual trezentos guerreiros espartanos enfrentaram o gigantesco exército do rei persa Xerxes. O conflito entre gregos e persas tinha como móvel fundamental a disputa pela supremacia marítimocomercial do Mundo Antigo, que tinha como uma de suas rotas primordiais o mar Egeu. No século XX (década de 1950), o Xá (rei) do Irã, Reza Pahlevi, empreendeu um movimento de modernização do país, que ficou conhecido como "Revolução Branca". Nesse período, foram estabelecidos vários acordos políticos e comerciais com os EUA, especialmente no campo da exploração de petróleo. Esse movimento entrou em choque com a cultura mulçumana, levando a uma série de conflitos entre o governo e religiosos. Em 1979, a "Revolução Islâmica", liderada pelo aiatolá Ruhollah Khomeini, transformou o país numa República Islâmica e rompeu todos os acordos comerciais com os EUA. Desde então, a Casa Branca vem tentando retomar, por meio de pressões diplomáticas e sanções comerciais, a influência política e econômica (sobretudo no campo da exploração de petróleo) que exercia sobre o Irã ao tempo do Xá. Nos últimos anos, o conflito diplomático foi agravado por denúncias feitas pelo Presidente George W. Bush de que o Irã favorece organizações terroristas e tenta desenvolver armas nucleares, bem como pelas declarações do Presidente Mahmud Ahmedinejad a favor da destruição do Estado de Israel, principal aliado dos EUA no Oriente Médio.  

Ø  No Egito Antigo, o domínio da escrita era privilégio de poucos e estes colocavam-se a serviço do Estado encarregados da  organização da  produção, da arrecadação, da estrutura religiosa e dos registros da historiografia oficial.
Ø  Nas sociedades contemporâneas, os analfabetos funcionais, em razão das dificuldades na intrpretação e entendimento das  informações escritas, têm por conseguinte, dificuldades na articulação de conhecimentos que lhes tornem possível participar de forma consciente e verdadeiramente crítica na vida econômica, social e política. Assim sendo, alheios, em muitos casos, à consiência da própria existência e da condição de cidadania, tornam-se marginalizados e alvos da exploração inescrupulosa.  

Ø  As civilizações que ocuparam a antiga Mesopotâmia eram organizadas em termos sociais em sociedades estamentais e politicamente, em monarquias teocráticas.

Ø  Trata-se do primeiro código de leis escritas da História, atribuído ao rei babilônico Hamurábi.
Ø  Baseava-se no princípio do "olho por olho, dente por dente", a chamada "Lei do Talião".   

Ø  Não, apesar de o Velho Testamento fazer referência ao Messias, os judeus entendem que ele virá para libertar o povo judeu. A mensagem de Jesus Cristo não é exclusiva aos judeus, mas para todos os homens.  

Ø  Forma de governo no qual a autoridade é tida como emanada de Deus ou de deuses.  


Ø  Foi com base na religião que as 12 tribos de Israel se uniram e criaram um Estado. Na religião também estavam os fundamentos éticos e morais deste povo.  

Ø  Sim, pois sua grandiosidade e esplendor ressaltava a grandiosidade e o esplendor do faraó que abrigava.  



 Bjão nos "apirigaydes" e em todos os queridos do Primeirão!!!!!!!!!!!